A Marinha dos EUA também estaria se preparando para anunciar a empresa que desenvolverá e fabricará seu futuro caça de sexta geração F/A-XX

De acordo com um relatório publicado pela Reuters ao longo do dia de ontem, a Marinha dos EUA estaria se preparando para anunciar a empresa que desenvolverá e fabricará seu futuro caça de sexta geração F/A-XX ainda esta semana, poucos dias depois de a Força Aérea dos EUA ter selecionado a Boeing para o desenvolvimento de seu futuro avião F-47. Trata-se de um programa essencial para a instituição, pois não apenas representa um contrato potencial de vários bilhões de dólares, mas também será responsável por fornecer um substituto para os F/A-18E/F Super Hornet atualmente em serviço.

Embora as fontes da Marinha dos EUA consultadas pelo meio de comunicação não tenham fornecido mais detalhes, mesmo com a confirmação do novo Secretário da Marinha (John Phelan) no início desta semana, é importante destacar que a lista de concorrentes atualmente está oficialmente reduzida a apenas três candidatos: Boeing, Lockheed Martin e Northrop Grumman. No entanto, recentemente surgiram indícios de que a segunda dessas empresas estaria se retirando do processo de seleção, sob a justificativa de que enfrentou dificuldades para atender aos requisitos da US Navy; no entanto, essa informação ainda não foi oficialmente confirmada.

Especificamente, foi indicado que os novos F/A-XX se destacarão pela incorporação de capacidades furtivas aprimoradas e de elementos para operar junto a sistemas não tripulados, além de ter um alcance maior do que o das plataformas atuais. Além disso, espera-se avanços significativos nos radares que equiparão a aeronave, assim como em sua capacidade de pouso em porta-aviões; esses dois requisitos seriam os principais fatores que afastaram a Lockheed Martin da concorrência.

Vale lembrar também que a entrada em serviço dos primeiros exemplares do F/A-XX está prevista para o início da próxima década, enquanto os mencionados F/A-18 deverão ser mantidos como plataforma até a década de 2040. A questão dos prazos não é irrelevante, considerando que um dos principais objetivos do programa é enfrentar as crescentes capacidades aéreas da China no cenário do Indo-Pacífico, país que já realizou o segundo voo de sua nova aeronave de sexta geração, denominada J-36.

Por fim, retomando o mencionado sobre a recém-anunciada plataforma F-47 da Força Aérea dos EUA, que substituirá os lendários caças furtivos F-22 Raptor, é necessário destacar a escolha da Boeing como sua futura projetista e fabricante. Isso gerou diversos questionamentos sobre os benefícios de uma nova seleção da empresa em termos produtivos, incluindo compras maiores de matéria-prima de uma mesma companhia e a possibilidade de compartilhar avanços tecnológicos entre ambas as aeronaves. Além disso, a Boeing atualmente desenvolve os novos drones de reabastecimento MQ-25 Stingray, operáveis a partir de porta-aviões. Considerando que esses programas passaram por ajustes de custos, esse pode ser um fator importante a ser levado em conta.

Imagens utilizadas apenas para fins ilustrativos.

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