Em celebração ao centenário, Criciúma prepara livro de registros da cidade ao longo das décadas

Em comemoração aos 100 anos de emancipação político-administrativa de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, celebrados no dia 4 de novembro de 2025, a Administração Pública, por meio da Fundação Cultural do município, montou uma comissão para organizar as diversas ações alusivas ao Centenário. Visando reverenciar a história do município e celebrar suas vitórias, um livro de registros será elaborado para as comemorações.

Um dos registros do livro de registros do centenário será a Praça Nereu Ramos na década de 1920

Praça Nereu Ramos na década de 1920, um dos registros resgatados para o centenário – Foto: Arquivo/Decom/ND

Centenário terá livro de registros para resgatar as memórias de Criciúma

“O centenário da cidade inspira um grande resgate visual do passado. Por meio da iniciativa da Fundação Cultural de Criciúma e da Comissão do Centenário, um livro de memórias fotográficas está sendo construído, reunindo registros que contam a trajetória do município por meio de imagens”, destaca o prefeito Vagner Espíndola.

Os acervos históricos da cidade, como o Arquivo Histórico Pedro Milanez, o Cedoc (Centro de Documentação da Unesc), o Museu Carvoeiro e o Museu Ferroviário de Tubarão, são parte essencial do projeto. Além disso, famílias e entidades locais têm contribuído com o processo, compartilhando coleções particulares.

Edifício Lúcio Cavaler - Arquivo/Decom/ND

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Edifício Lúcio Cavaler – Arquivo/Decom/ND

Praça do Congresso - Arquivo/Decom/ND

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Praça do Congresso – Arquivo/Decom/ND

Ipê-amarelo de Criciúma - Arquivo/Decom/ND

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Ipê-amarelo de Criciúma – Arquivo/Decom/ND

Praça Nereu Ramos - Arquivo/Decom/ND

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Praça Nereu Ramos – Arquivo/Decom/ND

A presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Cristiane Uliana Macari Zapelline, e vice-presidente da comissão, pontua que, além do valor histórico, o projeto possui um aspecto afetivo. “Mais de 80 instituições estão envolvidas na curadoria desse tesouro visual, que não apenas documenta a evolução arquitetônica e urbanística, mas também revela os rostos, os costumes e a alma criciumense. E assim, pelas lentes do tempo, a cidade se eterniza”, ressalta.

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