Tivit: Galante sai, empresa de reestrutura

Daniel Nascimento Galante acaba de deixar os cargos de diretor de operações e de produtos (COO e CPO, para quem gosta das siglas) na Tivit causando uma reestruturação geral que envolve oito profissionais da empresa. 

Em nota, a Tivit fala que a transição será conduzida de forma estruturada com um realinhamento das frentes de trabalho até então lideradas por Galante. 

Fábio Santos, um profissional com 15 anos de casa, foi promovido a diretor de Operações e passa a responder diretamente ao presidente, Paulo Freitas.

Ellen Menezes, diretora de Negócios de Workplace, e Adriano Cabral, Head de Customer Experience, passam a reportar a Fábio Santos;

Leonardo Piva (diretor de Cloud Solutions), Sérgio Iannicelli (diretor de Enterprise Platform Services), Thiago Tanaka (diretor de negócios de Cyber Segurança) e Daniel Calero (diretor de Digital Solutions) passam a se reportar a Valdinei Cornatione, Chief Commercial Officer (CCO).

Fica agora a expectativa sobre os próximos passos de Galante, contratado pela Tivit em 2023 vindo da Claranet, uma multinacional de computação em nuvem. 

No tempo que esteve na Tivit, Galante esteve envolvido com iniciativas nas áreas de cloud, segurança, gestão de projetos e novos produtos da empresa.

O profissional veio com o cacife de ter sido o fundador da CredibiliT, empresa especializada em migração e gestão de nuvem, adquirida em dezembro de 2016 pela Claranet, uma multinacional inglesa de serviços gerenciados com forte presença na Europa.

Foi a primeira compra da Claranet fora da Europa e marcou a entrada da empresa no país. Galante comandou as operações da Claranet no país depois do negócio. 

VENDA

Vale lembrar que a Tivit está à venda, de novo.

No final de fevereiro, o site Neofeed revelou que o banco JP Morgan havia sido contratado pela Tivit para buscar compradores mundo afora.

O fundo britânico Apax, que pagou US$ 1 bilhão pela Tivit lá em 2010, já tentou vender a empresa antes. 

Em 2021, a Telefônica chegou perto de comprar a Tivit, com a ideia de integrar a empresa à T-Tech, empresa criada para atuar em negócios digitais do grupo espanhol.

Na época, a Tivit esperava que o negócio pudesse chegar a R$ 3 bilhões, uma desvalorização significativa do valor pago pela Apax (em 2021 o dólar fechou o ano valendo R$ 5,51).

As fontes do NeoFeed acham que até esse preço já é demais hoje em dia e que a situação da Tivit está ficando “complicada”.

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